Comecei um curso em Análise Transacional e estávamos falando sobre as qualidades que gostaríamos em um psicoterapeuta. Uma pessoa disse que gostaria que o terapeuta o compreendesse.

Querer que um terapeuta, um amigo ou um parceiro o compreenda, isto é, enxergue e entenda você, é um pedido razoável? Esperar esse nível de empatia é demais?

Como você sabe que essa empatia ou conexão máxima acontece? O que a outra pessoa pode fazer para identificarmos esta condição? É a linguagem corporal dela? A habilidade que ela tem de repetir o que você acabou de dizer ou seu tom de voz? Vai além de tudo isso, não é? Talvez seja a outra pessoa sentindo sua emoção através de seu olhar. Uma conexão de almas. A química que vem dela e que conecta você a ela. Magia não verbalizada.

Douglas Harding acredita que somos abertos para nos conectarmos com outras pessoas e somos assim o tempo todo.

“Os outros sentem, sem saber como ou por que, que você está aberto para eles, que os vê, ouve e aprecia pelo que são e isso os dispõe a reagir da mesma maneira. Você não precisa contar seu segredo – aquele que talvez você não consiga resolver sozinho – e que é como o Nada infinitamente espaçoso que você é, tão aberto a eles, tão generoso. O Nada não exige nada de ninguém. No entanto, tem tudo, é tudo “.

De D. E. Harding no livro “Head Off Stress” (Cabeça sem estresse)

Em seus muitos livros, Douglas incentiva você a verdadeiramente procurar e ver quem você é em seu cerne. Ele acha que sua essência é, ao mesmo tempo, Nada e a capacidade para a realização de tudo e para a conexão com todos. Concordo. Você pode encontrar muito material gratuito em inglês no link http://www.headless.org/

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