Hoje você está recebendo o segundo texto de uma “trilogia” sobre diferentes formas de se escolher, definir (se é que isso é preciso) e expressar medo e amor, e as limitações e expansões que isso pode trazer para a sua experiência. Essa trilogia não foi planejada, mas aconteceu naturalmente com os textos escritos espontaneamente por três diferentes colaboradores num espaço de tempo muito próximo. Por isso, em vez de optarmos por não publicá-los em sequência para evitar uma repetição, escolhemos o oposto por acreditarmos que, na verdade, deve existir uma boa razão para esse tema estar tão presente aqui. Bons insights!

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Andreas Pröhl disse em uma palestra que participei no Ibiza Enlight Festival na semana passada:
“Como você sabe o que é medo?
É porque você deu um rótulo?
Talvez você não saiba o que o medo é.”

Medo é um rótulo, não é? Bem como as palavras tristeza, ressentimento, amargura, entusiasmo, felicidade e assim por diante.
Quando você rotula uma situação como “temerosa”, ela se congela.
Assim, fica muito mais difícil transformar uma experiência congelada de medo em uma experiência de amor.
Dar um rótulo ao que você está sentindo torna a experiência concreta e densa.

Que tal encontrar uma maneira de tornar mais suave o que você está experimentando para que possa ser substituído mais facilmente?
Que tal derreter suas palavras amedrontadas que estão congeladas?
Talvez algo novo possa lhe ser oferecido se você deixar de acreditar que sabe o que aquilo é.
Abandone seus rótulos, suas avaliações, suas interpretações.
Escolher não ter tanta certeza de que o que está acontecendo é amedrontador, é abrir a porta para outras possibilidades.
Para algo que é real.
E o que é real é o amor.

Acho que esta é uma maneira útil de descrever como você escolhe amor.
JAMES KELLY – Coidealizador Miracle Choice

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