Que coisa mais linda!
Ser lembrada, através de uma história da vida real, que sempre, sempre temos uma escolha de como olhamos e experimentamos a vida, independentemente das circunstâncias. Sem exceções.

O livro inspirador “A Bailarina de Auschwitz”, escrito pela igualmente inspiradora e sobrevivente do Holocausto Dra. Edith Eger, chegou às minhas mãos no início do ano e eu simplesmente não conseguia largar! Passei os poucos dias em torno do Ano Novo imersa na incrível história dessa mulher que, aos 16 anos, foi levada para um campo de concentração com a sua família. Mesmo perdendo seus pais logo nos primeiros dias e vivendo os horrores da guerra ao lado de sua irmã, ela escolheu não se vitimizar ou se entregar, mas sim acessar sua força interior não apenas para sobreviver, mas para viver e sonhar com um futuro livre e feliz. Nos anos que se seguiram após a guerra, ela encontrou no perdão a possibilidade de liberar seus traumas do passado e ajudar outras pessoas nesse caminho de cura.

Para quem me conhece, sabe que eu amo o assunto sobre escolha interior e, mais do que tudo, adoro vivê-lo! E não existe nada mais inspirador que um exemplo vivo disso. Sou muito grata à Dra. Edith Eger por trazer sua linda mensagem ao mundo e à minha vida.

Recomendo que você leia e se inspire com esse livro e seja lembrada (ou convencida, se for o caso) que você é definitivamente a dona de sua própria vida e de como quer vivê-la. Mesmo.

“A maior prisão está na nossa própria mente e a chave está no nosso bolso” – Dra. Edith Eger

Cátia Vasconcelos
Jogo Miracle Choice

PS – Você acredita que a Dra. Edith Eger tinha 90 anos quando escreveu esse livro? O que você acha disso para uma mulher empoderada?! Essa é provavelmente outra grande razão por eu ter amado a sua história, afinal estou no meu ano de super empoderamento!

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