Se a felicidade é uma escolha, por que não fazer essa escolha agora?

Você já percebeu como ferimos a nós mesmos? Basta olhar para a nossa vida e encontramos vários exemplos de como caminhamos no sentido contrário de nossa felicidade. Comemos comidas que sabemos que irão nos fazer mal, usamos roupas que sabemos não ser confortáveis, agimos de maneira a afastar as pessoas que amamos. Fazemos coisas que sabemos que irão nos ferir.

A pessoa que diz querer perder peso e diz não conseguir abrir mão das guloseimas pode acreditar que está em conflito entre “ser boa” e “entregar-se” aos seus apegos, mas, na verdade, ela já escolheu continuar comendo suas guloseimas. Esse conflito aparente entre as duas partes na nossa mente faz com que acreditemos que somos esse conjunto de partes diferentes com objetivos opostos.

No entanto, as contradições e dicotomias aparentes são disfarces inventados pela nossa mente para ocultar nossa verdadeira intenção de nós mesmos e dos outros. Nossa verdadeira intenção é fazer exatamente o que estamos fazendo.

Como seres inteiros, completos, direcionamos nossas vidas de acordo com os nossos propósitos, mesmo que sejam inconscientes. As contradições entre nossos princípios e nosso comportamento são apenas superficiais e foram inventados para que evitássemos entrar em contato com o poder de escolha que todos possuímos.

Não estamos dispostos a examinar a possibilidade de que estamos confortáveis com a maneira como vivemos e que temos muito medo da mudança. Toda nossa energia está concentrada em fazer com que a nossa vida continue sendo exatamente como é. Para realmente efetivarmos mudanças em nossas vidas é necessário encarar os fatos e saber que a maneira como conduzimos a nossa vida se dá apenas por nossa própria escolha.

O que ganhamos quando permanecemos congelados ao mesmo tempo em que uma profunda mudança é aparentemente o que mais desejamos? Certamente há um ganho oculto para aquilo que escolhemos.

Examinar a nossa mente e ser honestos nesse exercício envolve reconhecer o poder de escolha que todos possuímos. E, nesse sentido, deveríamos parar de dizer coisas como: gostaria de mudar tal coisa, mas não consigo! A afirmação mais honesta seria: gostaria de mudar tal coisa, mas agora não quero.

É disso que temos medo ao olhar honestamente para as nossas escolhas: constatar que temos escolhido exatamente o oposto daquilo que parecemos querer e que nossa mente cria toda a nossa experiência.

A boa notícia é que a mesma mente que cria esse estado de estagnação pode criar verdadeira transformação. Vamos lá?

Juliana Kurokawa
Jogo Miracle Choice

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