Não é novidade assistir a filmes como uma ferramenta ou maneira divertida de autoconhecimento e reflexão interior.

Só que, quando falo que esse é hoje meu motivo principal para assistir ao Outlander, meus amigos (ou, mais especificamente, minhas amigas) dão risada! Eu e James começamos a assistir à tão falada série sem muita pretenção, mais para conhecer a história, pois iremos realizar uma imersão para facilitadores do jogo em julho e seria legal fazermos um passeio juntos para visitar “locais Outlander”, já que moramos na região das Highlands escocesas, pertinho de Inverness, onde grande parte da história acontece.

Bem, não preciso dizer que fomos fisgados pelo Jamie e pela Claire e viramos fãs da série! Mas, depois da empolgação inicial, começamos a explorar de forma mais interna os aspectos de amor, medo e escolhas que estão presentes de maneira tão forte na saga. Não estou falando do amor romântico, mas do amor essência, do amor universal, do amor que todos somos. Usar cada cena, trecho ou fala que intriga, que irrita ou que deleita como uma desculpa e um presente para olhar para si mesmo.

O que os personagens e as dinâmicas podem mostrar sobre você mesmo?
Por que às vezes é tão difícil assistir a uma cena violenta?
O que significa um “final feliz”?

Não sei as suas respostas, mas sei que oportunidades não faltam para se questionar numa série tão intensa e com tantos altos e baixos como Outlander. Se você já assistiu, assiste ou pensa em assistir, bom divertimento e descobertas para você!

Ah! E para quem quiser mergulhar mais nessa história (a sua, a do Outlander e a de todos nós!), eu e James ofereceremos uma Experiência Outlander & Miracle Choice na Escócia de 14 a 21 de setembro. Uma semana inteira para explorarmos e celebrarmos a espiritualidade, o poder do amor e a magia escocesa. Para mais informações, clique aqui.

Para finalizar, deixo esse pensamento do Jamie que me lembra muito a jornada com o jogo Miracle Choice de descoberta e empoderamento quando honramos nossas escolhas interiores:

“Eu sempre soube que vivi um pouco diferente de outros homens. Quando eu era um garoto eu não via nenhum caminho diante de mim, eu simplesmente dava um passo e depois outro. Sempre em frente, sempre para a frente, correndo em direção a algum lugar que eu não sabia aonde. E um dia eu virei, olhei para trás e vi que cada passo que eu tinha dado era uma escolha: ir para a esquerda, ir para a direita, ir em frente ou até deixar de ir. Cada dia, cada homem tem uma escolha entre o certo e o errado, entre o amor e o ódio, e às vezes entre a vida e a morte, e a soma dessas escolhas torna-se sua vida. O dia em que eu percebi isso foi o dia que eu me tornei um homem.”

Cátia Vasconcelos

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