Lembro-me de uma vez em que meu filho me disse de uma maneira divertida: “Pai, não escolha o medo!” Eu apreciei o lembrete, mas também fiquei um pouco frustrado. Pensei: “Eu quero ter a liberdade de escolher pensamentos que me deixem com medo, se eu quiser. Não me diga o que fazer!”

Esta semana ouvi uma gravação de um webinário de Judith Skutch Whitson, presidente da Fundação pela Paz Interior, sobre o que ela aprendeu com a escriba de Um Curso em Milagres, Helen Schucman. Judith disse que Helen sabia que o Curso é verdadeiro, mas ela não queria acreditar nele. Helen escolheu não praticar nem usar os ensinamentos, pois não queria desistir de seus medos. Judith comentou que Helen estava certa ao decidir como viver sua vida. Eu amo essa história porque demonstra que escolher o medo não é uma escolha certa ou errada, apenas uma simples escolha.

Geralmente, escolher o medo leva ao sofrimento e ao estresse. A vantagem de algumas de nossas escolhas pelo medo é que elas resultam em tanta dor, que isso nos estimula a encontrar uma maneira diferente de viver.

Você pode sentir-se tentado a julgar suas escolhas pelo medo como negativas, mas isso não ajuda. Quando você se torna consciente do que está fazendo, está conectado ao poder de sua mente de escolher, e esse é o reconhecimento mais importante. Você pode decidir usar o mesmo poder, se quiser, para escolher pensamentos amorosos ou de paz.

Ter a consciência do poder da sua mente é o caminho para você se tornar um poderoso trabalhador de milagres.

Experimentar o poder da escolha é o objetivo do Jogo Miracle Choice.

James Kelly, criador do Jogo Miracle Choice.

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