Dá muito trabalho ser infeliz

por Juliana Kurokawa

Hoje em dia, se fala muito em felicidade. Parece que a busca do momento é ser feliz em todos os aspectos, inclusive no ambiente corporativo. Antigamente, lutava-se por condições mínimas de trabalho, pois o regime era praticamente escravo. A luta por melhores condições girava totalmente em torno do bem-estar do corpo físico e, nem de longe, se pensava no emocional do ser humano.

De uns tempos para cá, houve uma grande mudança de foco. A inteligência emocional e a maneira como as pessoas se relacionam começaram a ser mais exploradas. Acho que, se contássemos aos nossos avós que as pessoas do ano de 2016 se preocupariam em se as pessoas estão felizes em seu trabalho, eles ririam de nossa “piada” e diriam que, se trabalhássemos mais, não teríamos tanto tempo para “ladainhas”.

Outro indício disso é a enorme quantidade de profissões que surgiram na tentativa de ajudar as pessoas a encontrarem o caminho para a sua própria felicidade. Parece que, finalmente, estamos compreendendo que há mais em nós do que simplesmente o nosso corpo. Estamos começando a compreender Quem de fato somos!

Há algum tempo, foi feito um documentário interessante que encontrava pessoas que se auto intitulavam felizes e os entrevistadores tentavam descobrir qual era o motivo de tanta felicidade. O expectador atento diria que, na realidade, essas pessoas não faziam nada de especial. Mas como assim?

Apesar de o programa ter focado na forma – ou seja, no que, materialmente falando, essas pessoas faziam para ser felizes – ficou bem claro o que elas não faziam. Elas não faziam nada que as pessoas infelizes faziam. Elas não lamentavam sobre o passado, aceitavam e acolhiam as condições que tinham no momento, trabalhavam com isso, e não tinham medo do futuro. Elas viviam, de maneira simples, o tão falado momento presente. Agora você pode pensar: mas então era uma comunidade hippie no Brasil, com aquelas pessoas que vendem artesanatos na rua? Na verdade, havia sim um brasileiro no programa e ele era surfista. No entanto, as outras tantas pessoas entrevistadas moravam nos mais diversos lugares do mundo e tinham as mais diversas profissões.

O fato é que não nos damos conta de quanto investimento há de nossa parte para que sejamos pessoas infelizes. Acredite ou não, o natural do ser humano é de plenitude e é muito antinatural não estarmos nesse estado. Pense nisso: com qual disposição você acorda? Como você direciona os pensamentos durante o seu dia? Com qual frequência você deixa que outros “roubem” o seu estado de paz? Quanto do seu dia, dos seus sentimentos, da sua energia é dedicada a nutrir o seu Ser real? Quanto você se preocupa com o que já aconteceu ou com que ainda está por acontecer?

No final das contas, tudo depende do conceito que temos de nós mesmos. Se acreditamos que somos seres vulneráveis, que podem mudar dependendo do que acontece do lado de fora, de fato, fica muito difícil ser feliz, pois o mundo não quer que o sejamos! No entanto, se sou um ser cuja natureza é o amor, o que tenho feito para manter esse fato longe da minha consciência?

Então, todos os dias, o tempo todo, devemos ser mais vigilantes com relação às nossas escolhas. Se há qualquer desconforto, ao buscarmos honestamente sua causa, é certo que encontraremos algum pensamento ou crença limitante que se originou do medo. Medo de se experimentar de maneira plena. Medo de encontrar pensamentos amorosos.

Afinal de contas, como ser feliz? Buscando se conhecer mais e mais e descobrindo o seu verdadeiro Ser. Quanto mais nos livramos das ilusões do que acreditamos ser, mais nos desatamos todas as amarras que nos mantém na ilusão de que somos seres fadados à infelicidade. A felicidade é simples. Complicado é ser infeliz!

JULIANA KUROKAWA – Facilitadora Certificada Miracle Choice.



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