E eu pensava que falava a verdade
por Cátia Vasconcelos


A tal da Honestidade Radical está me fazendo repensar sobre a minha própria.
Aquela profunda, inteira, sem rodeios, direta, verdadeira, sem medo.
Medo do que que vão pensar, falar, fazer, escrever e por aí vai!Recentemente, li o livro “Radical Honesty”, do Brad Blanton, e me dei conta que, muitas vezes, só expresso meia verdade para mim mesma e para os outros. É uma “verdade confortável”, que mantém as relações mornas, sob um controle ilusório, numa realidade insana e irreal (se é que faz sentido). Ela até se disfarça de boazinha, amiga, divertida, mas, no fundo, percebo que está é me distraindo da beleza e da força de quem eu realmente sou, de viver minha vida de maneira inteira e autêntica. Expressar meus pensamentos, sentimentos, desejos e maluquices, custe e o que custar.Como ouvi uma vez de Marshall Rosenberg durante um treinamento de CNV, você não tem medo de como a pessoa vai reagir diante da sua honestidade, mas sim de como você reagirá diante da reação do outro.

Eu acredito que o primeiro passo é ser honesto com você mesmo. Reconhecer e aceitar a sua verdade: o que você pensa e sente, seja bom ou ruim. A partir daí, se você realmente honra e se responsabiliza pelo que é seu, você estará centrado e pronto para o que der e vier. Como uma montanha imensa e linda em meio a condições extremas de nevascas, ventos exorbitantes, terremotos, etc. Aconteça o que acontecer, ela continua indiferente, firme e majestosa.

Esse, sem dúvida, é um dos temas que estarei explorando em outubro durante os eventos Miracle Choice em São Paulo.
Como você escolhe a verdade e vive confortável com ela?
E ainda manifesta tudo de bom na sua vida?
A verdade verdadeira, não a verdade mentirosa.
Vai ser ótimo!!
Veja mais detalhes abaixo.

CÁTIA VASCONCELOS – Master Trainer Miracle Choice

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