No último final de semana participei, pela primeira vez, de uma constelação familiar.
Foi um grupo de 12 pessoas e durou o final de semana inteiro.
Se você já experimentou, conhece ou trabalha com o método, sabe que pode ser uma experiência muito rica e profunda.
E foi! Tive muitos insights e, tenho certeza que muitos outros virão.

Mas quero compartilhar com você três aspectos que me chamaram a atenção ou, ainda melhor, me tocaram de uma forma deliciosamente inesperada:

1. DEIXAR-SE SURPREENDER – Fiz toda a minha “lição de casa” antes do final de semana. Pesquisei, relembrei e listei membros, históricos e acontecimentos da família (principalmente os mais distantes ou que eu nem lembrava mais!). Ok, estou pronta! Mas me surpreendi com quem e o que se revelou durante a minha constelação. Tão inesperado e tão perfeito.
Conclusão: Se houver uma ideia prévia do que poderia acontecer, que seja apenas uma ideia, uma possibilidade. Não se apegue a ela. Deixe a porta aberta para as outras infinitas possibilidades que possam aparecer e talvez sejam ainda mais perfeitas.

2. NÃO EXISTE SEPARAÇÃO – Essa foi uma linda confirmação. Presencio isso com muita frequência durante as sessões do Jogo Miracle Choice, mas, dessa vez, era eu representando algo para alguém e incorporando e iluminando uma baita crença escondidinha dentro de mim. Que demais!!
Conclusão: as questões da vida podem ser individuais, mas, quando a ficha cai para um, ela cai para todos (assim como com os milagres!). A escolha então é nossa: abrir-se e receber esse presente ou fingir que não tem nada a ver com a gente.

3. VALORIZAR SEM MEDO – Tem uma certa parte minha que acredita que não precisa ficar falando para os outros sobre a minha formação e experiência, que o que é, já é e pronto (nossa, deu para entender?). Só que percebi, no finalzinho do final de semana, que o que acabo fazendo é, na verdade, não reconhecendo (e, como consequência, não honrando), dentro de mim mesma, aspectos que contribuíram para o meu caminho e para quem sou agora. Com isso, desvalorizo os ouros da minha jornada e do meu ser, e acabo não vivendo ou compartilhando esse tesouro com o mundo.
Conclusão*: “Eu sei que me inferiorizar não ajuda ninguém. A minha luz interna é uma inspiração para outros porque eles também são essa luz. Portanto, eu alegremente deixo a minha luz brilhar.”
* Conclusão “colada” de uma das cartas de Milagre do jogo, pois, para mim, traduz perfeitamente.

Sejamos mais abertos, leves e felizes!

Cátia Vasconcelos
Coidealizadora e Master Trainer Miracle Choice

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