Primeiro, quero trazer exemplos de significados da palavra vulnerável encontrados em alguns dicionários e, consequentemente, em nossa sociedade: fraco, incapaz, danificado, derrotável, inválido. Bom, com essas ideias em mente, dá para entender porque tanta gente tem medo ou não se permite se sentir ou se mostrar vulnerável.

Mas vulnerabilidade também tem sua linda função: a de nos abrirmos, de aceitar e honrar nossos sentimentos, de nos permitirmos nos mostrar e ser vistos, de expressarmos como realmente estamos e quem realmente somos. Só assim conseguimos uma conexão verdadeira e inteira com nós mesmos, com os outros e com o Universo. Nesse sentido, eu diria que, para se permitir estar vulnerável, primeiro é necessário muita coragem e força interior.

Com essa combinação de diferentes significados e emoções, como então lidar com a vulnerabilidade de um amigo ou cliente? Como você pode criar uma relação e um ambiente de confiança para que ele ou ela consiga acessar e curar feridas profundas durante uma conversa ou atendimento?

Acredito que existam vários meios, mas eu diria que começa com você, como amigo, coach ou terapeuta, se permitindo ser vulnerável você mesmo. Isso não significa ter que entrar em contato com suas próprias dores e ter que fazer a sua própria terapia na ocasião. Significa, sim, não usar máscaras, não ter que saber tudo, ser mais forte ou consertar o outro. É simplesmente estar presente, emanando amor e permitindo que o que tenha que vir à tona, venha. Sem medo, sem rótulos, sem restrições. Isso é empatia à vulnerabilidade do outro.

O jogo Miracle Choice é um lindo companheiro nessas horas. Sua presença lúdica e leve trata de momentos delicados com imparcialidade e muito amor. Usando o jogo ou não, talvez basta se conectar ao lembrete que ele nos traz: o da verdadeira compaixão.

Catia Vasconcelos – Co-idealizadora e Master Trainer Miracle Choice

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *