Todos nós somos iguais em essência.

No entanto, todos temos roteiros e características pessoais altamente individualizadas. Cada um tem uma história de vida e, mais importante, cada um escolhe um prisma diferente para olhar para tudo.

O problema é quando começamos a nos comparar. Nos comparamos de várias maneiras. Se nos consideramos superiores e fazemos comparações com pessoas menos capacitadas, menos bem-sucedidas, menos inteligentes, ou seja lá o que for, existe um pensamento em nossa mente que nos diz que, para que eu tenha valor, preciso denigrir a imagem do outro. O pensamento por trás dessa tentativa é de alguém que não confia na própria capacidade. Se confio naquilo que sou, não preciso usar o outro como base de comparação.

Por outro lado, quando supervalorizamos alguém, estamos dizendo para nós mesmos que deveríamos ser diferentes do que somos. E, ainda assim, em vez de concentrar a energia em descobrir e desenvolver o próprio potencial, concentramos na imagem idealizada da outra pessoa que acreditamos que nunca conseguiremos alcançar.

Independentemente de qual for o caso, ao nos compararmos, estabelecemos limites para o nosso próprio ser. Quando a percepção de nosso potencial se baseia no outro, não conseguimos reconhecer e nem desenvolver nosso próprio potencial interno.

Como posso descobrir o meu verdadeiro dom, se estou sempre preocupado com a grama do vizinho?

As conexões verdadeiras acontecem quando somos autênticos e exercitamos nossa espontaneidade naquilo que fazemos. Aí, tudo o que fazemos é legítimo e isso nos conecta verdadeiramente com as pessoas.

Independentemente de nossa profissão, quando atuamos sem nos preocupar com a performance em si, permitimos que nossa estrela interior brilhe.

Então, nosso potencial se manifesta naturalmente, por si mesmo, sem esforço. No entanto, se estamos sempre pensando nos padrões ou estabelecemos metas baseadas em outras pessoas, limitamos essa manifestação. A preocupação fecha o campo das infinitas possibilidades. A expectativa de sermos de determinada maneira não nos deixa ver além do que nossa limitada imaginação nos permite.

Como seria se você conseguisse confiar que já é tudo o que pode ser?

Como seria deixar que seu verdadeiro Ser se manifestasse sem as limitações da comparação?

Se for para comparar, que seja para comparar consigo mesmo. Que você seja mais livre do que ontem e que seja mais autêntico e espontâneo a cada momento. Meu coração vibra só de imaginar quantas estrelas podem estar escondidas por aí. Revele sua estrela para você mesmo e para o mundo e não se esconda atrás de uma outra pessoa, por mais que você a admire.

Que possamos contribuir para a grande constelação de pessoas livres e felizes que ensinam que essa é uma escolha possível para todos nós.

Juliana Kurokawa – é facilitadora e treinadora Miracle Choice

P.S.: Quem sabe você venha participar do treinamento para facilitadores para que sua estrela se revele e brilhe ainda mais?

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